quarta-feira, 24 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Glashaus

Existem algumas imagens que criamos dentro do cérebro que comporta nossa mente que comporta nossa alma que comporta nossas ideias que comportam nossa vida que comporta nossa essência que são difíceis de desimaginá-las.

Por exemplo, era difícil para mim conceber um grupo de soul que cantasse em alemão. Era. Até, há 3 anos atrás, descobrir o Glashaus. Isso ocorreu quase como uma necessidade de encontrar artistas da música popular alemã, para ter um maior contato com a língua. Como estudante da língua há tantos anos, o meu contato com os verbos que roçavam na língua de Schiller eram muito necessários. No cancioneiro popular da República de Weimar ainda era muito parco. Descobri o Glashaus quase sem querer. Vi. Ouvi. Cri. A voz da cantora Cassandra Steen derrubava mais um mito, que como estudante do idioma de Hegel já não deveria ter. Estigma. Psicolinguística. Música. Mas mais uma bonita voz que poderia cantar em qualquer idioma - que não é barreira - que seria aclamada. Nossas ideias são barreira, se deixarmos, se assim quisermos. Ah.


domingo, 7 de junho de 2009

inesquecer

Inesquecíveis apresentações na TV de músicos deste tempo que ouço e ouço.

Dave Matthews Band - #41
Uma banda ímpar de músicos ímpares.



Fiona Apple - Criminal
Pequenina na época, mas de voz já enorme.




Rufus Wainwright - Going to a Town
A voz de barítono, a melancolia.



Tori Amos - Pretty Good Year
O piano dela é diferente sendo igual.

Momento particular

Domingo. Bem domingo. Casa. Em casa. Pode ser bom. Poderia, deveria ser. É mas então não é. Não será, pelo menos pelo visto hoje. Conclusão!? Um momento particular. Razão e razões para não ser mais o que é para deixar as coisas como estão. Eu não estou. Já fui. Agora eu era. Era de uma era tão distante, de não fazer poesia, nem brincadeira de criança para as crianças. É. As crianças dormem. Os adultos não sossegam. Eu não sossego e não me apego às coisas mais salutares que a vida como tem sido sendo tão sem ser aquela sem sabor. Se sou, já poderia ter sido. Se vou, já poderia ter ido. Se escrevo, já poderia ter lido. Poderia bem ter ido enquanto sido quanto lido. Mas não é nada. É um talvez até. No máximo. No mais, fico. Não descanso. No mais, me apego à algumas canções enquanto escrevo, enquanto não durmo.